e-hum

 

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1. A revista ehum aceita para publicação entrevistas, transcrições documentais, resenhas e artigos todos devem ser inéditos em sua especialidade: resultados de pesquisas; resenhas e recensões críticas de obras científicas recém-publicadas nas áreas de Educação, Letras, História, Ciências Sociais e Serviço social.

Obs.: não serão aceitos capítulos de dissertações ou teses em que essa condição possa ser constatada no texto. 2. O material para publicação deverá ser encaminhado por meio eletrônico após o cadastro do autor no link acesso do endereço http://www.unibh.br/revistas/ehum

3. Todos os trabalhos deverão ser enviados através do programa Microsoft Word for Windows, em fonte Arial, corpo 12 e espaço 2.

4. Só será aceito para publicação, de cada autor ou conjunto de autores, um artigo por ano.

5. O(s) autor(es) deve(m) ser graduado(s), mestre(s) ou doutor(es). Não serão aceitos trabalhos de alunos sem a co-autoria de seus respectivos orientadores.

6. Os trabalhos encaminhados terão um mínimo de 10 e não devem ultrapassar 20 páginas.

7. O material a ser publicado deve ser acompanhado de folha de rosto onde serão indicados: título; autor ou autores; instituição em que trabalha cada autor e a atividade que exerce na mesma; titulação acadêmica de cada autor; e-mail para contato

8. O arquivo, digitado em espaço duplo, fonte 12, Arial, deve desenvolver-se na seguinte sequência: título do trabalho; nome(s) do(s) autor(es) – um abaixo do outro –; filiação científica do(s) autor(es) e nome da(s) instituição(ões) a que se acha(m) vinculado(s) abaixo do(s) nome(s) do(s) autor(es) – as informações de cada autor abaixo do nome respectivo –; resumo e três palavras-chave em português; texto do artigo; resumo e as mesmas três palavras-chave traduzidos para outra língua (inglês, francês ou espanhol); referências bibliográficas. Se houver agradecimento ou dedicatória, acrescentá-los antes do resumo em português.

9. As ilustrações, gráficos e tabelas (indicar a fonte quando não forem originais do trabalho), com as respectivas legendas e/ou numerações, deverão vir em folhas separadas, indicando-se, no texto, o lugar onde devem ser inseridas.

10. As notas de rodapé devem figurar ao pé da página em que seu número aparece. As notas de indicação bibliográfica, em pé de página, devem ser apresentadas observando-se a seguinte norma: sobrenome do autor em maiúsculas, título do livro ou texto consultado e número da página.

11. As referências deverão aparecer completas, ao final do artigo, em ordem alfabética de sobrenome de autor, atendendo-se às regras para indicação bibliográfica, conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cujos elementos básicos especificamos a seguir:

Citação de artigo de revista deverá conter: autor(es) do artigo, título do artigo, título da revista grifado, local da publicação, número do volume, número do fascículo, páginas inicial e final do artigo citado, mês e ano da publicação;

Citação de capítulo de livro deverá conter: autor(es), título do capítulo, organizador(es) da coletânea, título do livro grifado, número da edição (a partir da segunda), local de publicação, editora, data, página inicial e final do capítulo.

Citação de livro deverá conter: autor(es), título grifado, número da edição (a partir da segunda), local de publicação, editora, data, número total de páginas.

12. As páginas deverão ser numeradas na margem superior direita.

13. O material deverá vir devidamente revisado pelo autor. A Comissão Editorial reserva-se o direito de fazer nova revisão e de fazer as necessárias alterações.

14. Os autores serão informados sobre a publicação ou não de seus artigos, desde que forneçam endereço eletrônico. A Comissão Editorial não se responsabilizará pela comunicação dessa informação aos autores que tiverem as mensagens eletrônicas a eles endereçadas devolvidas pelos provedores por razões alheias à própria Comissão. Não serão emitidos nem remetidos aos autores pareceres escritos sobre artigos não aceitos.

15. O autor que tiver seu artigo aceito receberá um certificado de publicação.

Notícias

 

CHAMADA DOSSIÊ: V. 11, n. 1 (2018): E-HUM – História da Educação: família e educação através dos tempos.

 

Por Dr. Fabrício Vinhas Manini Angelo e Dr. Rangel Cerceau Netto.

  
A chamada para o Dossiê está aberta até 31 de julho de 2018 e a revista recebe contribuições em fluxo continuo. EA produção em História da Educação tem passado por uma intensa renovação nos últimos anos. Essa renovação está relacionada às fontes, aos métodos e aos referenciais teóricos mobilizados para a podução de uma História da Educação que dê voz a muitos outros  agentes históricos desconsiderados até então. Esta nova produção tem permitido adrentar a caixa preta da sala de aula e modificar enfoques buscando novas dimenssões do educar através dos tempos. Neste sentido, é possível buscar compreender o que foi ensinado em nossas escolas em tempos pretéritos. Também tem sido possível enfatizar que educação nunca se deu exclusivamente na escola. A própria forma escolar como a compreendemos hoje é muito recente na História do Brasil. A renovação tem buscado um novo enfoque nas temáticas de pesquisa e com isto os tradicionais agentes pesquisados como o Estado ou Instituições e seus textos legais ou prescritivos tem sido lidos como muito mais crítica, enfatizando que estes agentes e estes documentos estavam longe de ser exatamente o que ocorria nas salas de aula e nos corredores das diversas instituições educativas.

            Portanto, a educação ultrapassava e muito a escola. Neste sentido que esta proposta de dossiê temático se torna fulcral, pois busca apresentar uma nova tendência de pesquisas em História da Educação que discute o papel da família da educação de seus herdeiros. Também é objetivo deste dossiê divulgar uma produção mais recente que tratam das temáticas relativas à família e à educação de maneira mais ampla. E por fim, busca-se com este dossiê divulgar uma produção mais recente que partem de diversos referências teóricos para tratar de temáticas relativas à família e à educação ao longo do tempo.

De outro modo, também é fundamental enfatizar que o presente dossiê em História da Educação justifica-se, pois a historiografia sobre a História da América portuguesa é bastante profícua em seus trabalhos, sendo que alguns dos mais importantes historiadores tratam justamente desse período. No entanto, a historiografia da História da Educação no Brasil vem se preocupando pouco com o período colonial. Em alguns artigos Fonseca (2009a, 2009b) indicou a necessidade dos novos pesquisadores da História da Educação buscarem compreender um pouco mais esse período aproveitando as renovações teóricas da História dos últimos 30 anos que contribuíram tanto para o avanço da historiografia sobre o “Brasil colonial”. É bem verdade que nos últimos dez anos a produção em História da Educação sobre o período vem se diversificando, mas ainda é notória a concentração em temas e agentes que quase sempre passam pela Igreja, em especial os Jesuítas, ou pelo Estado, em especial durante o período pombalino. Portanto, nem sempre a produção em História da Educação sobre o período colonial vem acompanhando o cenário mais amplo da historiografia contemporânea. Além disso, muito do que foi produzido e que pode contribuir com a historiografia da História da Educação e que vem diversificando a produção acadêmica nem sempre foi fruto de pesquisas feitas exatamente em História da Educação Em seu levantamento quantitativo Fonseca (2009b: 13) aponta que em um universo de 3106 trabalhos apresentados em Congressos relacionado a Educação e História da Educação apenas 105 estavam relacionados à educação na América portuguesa. E ainda por cima a maior parte destes trabalhos está concentrada na análise de temas clássicos com indica Fonseca:

Pensando nestas palavras, esta proposta de dossiê pretende discutir o papel da família na longevidade educacional das suas futuras gerações, bem como compreender a função da educação para a família e para os educandos e as relações estabelecidas entre as gerações familiares.

Neste sentido, outro aspecto fundamental neste projeto de dossiê temático é a atenção voltada para as famílias muito mais que para os educandos. Sendo assim, esta temática que tem muita tradição na Sociologia da Educação tem sido uma tendência em crescimento nas pesquisas em História da Educação. Afinal  buscar informações relacionadas ao papel exercido pelas famílias na “longevidade escolar” ou talvez fosse melhor dizer longevidade educativa dos educandos tem sido uma tendência nas pesquisas em História da Educação e  urge organizar uma publicação que concentre e sistematize essa produção mais recente.

Outro aspecto fundamental neste trabalho é a atenção voltada para as famílias muito mais que para os indivíduos ou instituições. Talvez um primeiro problema a ser enfrentado relaciona-se a tradição que aponta que a “longevidade educativa” está intimamente relacionada ao compartilhamento de um determinado capital cultural pela família na qual o educando está inserido. No entanto, nem sempre isso funcionou destas forma e é necessário organizar um espaços para a divulgação destes novos achados.

Portanto, a relevância deste projeto deve-se a principalmente três motivos: 1-organizar um espaço de publicação de pesquisas mais recentes em História da Educação; 2-apresentar a renovação que se está processando em História da Educação nos últimos anos; 3-divulgar as novas ênfases em termos de fontes, métodos e referenciais teóricos que tem sido utilizados pelas novas pesquisas e 4-apresentar um recorte temáticos que tem buscado investigar a relação entre família e educação ao longo da História da Educação. Por todos estes motivos seria de fundamental importância a organização de um dossiê temáticos que busque tratar da família e da educação através do tempo na História da Educação.

 
Publicado: 2018-07-14 Mais...
 

CHAMADA DOSSIÊ: v. 10, n. 2 (2017): E-HUM – Práticas de Ensino e Aprendizagem: a experiência docente e os desafios epistemológicos e metodológicos da educação.

 
A chamada para o Dossiê está aberta até 07 de dezembro de 2017 e a revista recebe contribuições em fluxo continuo. Este dossiê tem o propósito de divulgar reflexões, pesquisas e práticas realizadas na e pela educação, ressaltando o papel necessário à docência em meio aos desafios existentes no ambiente escolar. Atualmente, ser professor exige diferentes estratégias e a absorção de múltiplas metodologias, o que exige deste profissional a formação e a capacitação com importante regularidade. Com isto, este dossiê pretende trazer uma reflexão sobre determinadas práticas e experiências docentes, bem como o papel da formação de professores no ambiente escolar e de como a preparação docente proporciona um melhor rendimento no ensino e na aprendizagem. Para este dossiê podem ser abordados: metodologias ativas do ensino e a aprendizagem; práticas de ensino: reflexões e metodologias; multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade.
 
Organizadores: Rangel Cerceau Netto e Rodrigo Lopes
 
Publicado: 2017-11-07
 

CHAMADA DOSSIÊ: v. 10, n. 1 (2017): E-HUM - Práticas de Leituras, Livros Didáticos e as culturas africanas e afro-brasileira.

 

Esse dossiê tem o propósito de trazer à tona pesquisas e projetos voltados para a Educação Básica e de Formação de Professores na última década que reflitam os avanços na implementação da Lei 10.639/03 no campo educacional, bem como compreender as estratégias e os desafios do trabalho docente no que se refere ao estudo da história da Àfrica e cultura afro-brasileira, as práticas de Leitura e usos dos livros didáticos na escolas e cursos de formação. Para esse dossiê podem ser abordados: as práticas de letramento e de leitura escolar na formação de jovens leitores, o papel do livro didático na prática docente, análise de livros didáticos de História, Literatura e de Língua Portuguesa utilizados na Educação Básica.

 
Publicado: 2017-08-10
 

Dossíê: Gênero e violência na população LGBTTQI no Brasil

 
Prezados Colegas, Noticiamos a chamada de artigos para compor o DOSSIE: GÊNERO E VIOLÊNCIA NA POPULAÇÂO LGBTTQI NO BRASIL: O prazo para envio de textos para o terceiro  dossiê é até 10 de Outubro de 2016. Durante e após esse período a Revista receberá textos livres em fluxo contínuo nas seguintes seções: artigos, transcrições documentais comentadas, resenhas e entrevistas. O periódico publica edições semestrais e recebe materiais em fluxo contínuo. Peço, por gentileza, que divulguem esta chamada de trabalhos. Cordialmente. Rangel Cerceau Netto Editor Responsável da E-hum  
Publicado: 2016-09-09
 

FATOR DE IMPACTO UNIVERSAL

 
 
Publicado: 2015-04-28 Mais...
 
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v. 10, n. 2 (2017): E-HUM: PRÁTICA DE ENSINO E APRENDIZAGEM: A EXPERIÊNCIA DOCENTE E OS DESAFIOS EPISTEMÓLOGICOS E METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO


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